
Este Meu Fado
- Toda esta “marialvice” que se segue pode ser considerada “politicamente correcta”, porque além de ser sobre política, é também verdade (Que querem? À semelhança dos políticos, a língua portuguesa é muito traiçoeira) -
O tipo do bolo-rei ou está mesmo a cair da tripeça, ou faz parte de uma conspiração internacional para denegrir a imagem inteligente (e que tanto lhes custa a falsificar) dos chefes de estado de todo o mundo. O certo é que está a perder o toque; pois já nem uma insignificante intriga palaciana consegue controlar.
Mas gora deu-lhe para se antecipar (o que é uma quebra grave de protocolo) à Conferência Episcopal Portuguesa, e à semelhança de qualquer menino queixinhas da instrução primária, vir a correr a anunciar a próxima visita do Papa B-16 (também conhecido como “o bombardeiro do Senhor”), sugerindo que tal se deveria apenas à sua “humilde” pessoa.
O facto de tal anúncio ter sido feito praticamente em cima das eleições, é uma manobra tão descarada que até os bispos o acharam pouco adequado. E vem contribuir tal como as sondagens tendenciosas e de resultados tão dispares entre si, para o aumento da confusão que já grassa no nosso pequeno quintal.
Como não tenho grande paciência para “partes gagas” (como costuma dizer o Apóstolo) fico-me hoje por aqui, mas dedico-lhe um fado.
Só que devido à minha proverbial preguiça, vou seguir o exemplo de um tipo aqui “ao lado” e “homenagear” Júlio de Sousa Olho, plagiando e assassinando em directo um seu famoso fado que costumava ser cantado por Toni de Matos.
Cavaco vai-te embora
Sempre que pago portagem
Tudo me fala de ti
Do dinheiro que perdi
Que ainda por cima era meu
Sim, a única verdade
Presente no teu governo
Era a massa que estoiravas
Do famoso apoio externo
Cavaco, vai-te embora
Deste país tão cansado
Que nestes muitos anos tens lixado
Ficou
Bem conhecido este chavão
Que à noite o SIS é um papão
Que os “Xuxas” usam sem piedade
Também
Vejo que sentes a saudade
Do tempo do “Cavaco Amigo…”
Mas acho que não era verdade
Vai… andor… dá-me essa alegria
Põe-te a andar; vai, por piedade
Pois só nos faltas ao respeito
Com essa falta de ombridade
Porque é que será que agora vens
Insultar a nossa inteligência
Porque será que agora vens tentar
Transformar a intriga numa ciência
Anda Pacheco!... (como dizia a “ti” Hermínia)
- Toda esta “marialvice” que se segue pode ser considerada “politicamente correcta”, porque além de ser sobre política, é também verdade (Que querem? À semelhança dos políticos, a língua portuguesa é muito traiçoeira) -
O tipo do bolo-rei ou está mesmo a cair da tripeça, ou faz parte de uma conspiração internacional para denegrir a imagem inteligente (e que tanto lhes custa a falsificar) dos chefes de estado de todo o mundo. O certo é que está a perder o toque; pois já nem uma insignificante intriga palaciana consegue controlar.
Mas gora deu-lhe para se antecipar (o que é uma quebra grave de protocolo) à Conferência Episcopal Portuguesa, e à semelhança de qualquer menino queixinhas da instrução primária, vir a correr a anunciar a próxima visita do Papa B-16 (também conhecido como “o bombardeiro do Senhor”), sugerindo que tal se deveria apenas à sua “humilde” pessoa.
O facto de tal anúncio ter sido feito praticamente em cima das eleições, é uma manobra tão descarada que até os bispos o acharam pouco adequado. E vem contribuir tal como as sondagens tendenciosas e de resultados tão dispares entre si, para o aumento da confusão que já grassa no nosso pequeno quintal.
Como não tenho grande paciência para “partes gagas” (como costuma dizer o Apóstolo) fico-me hoje por aqui, mas dedico-lhe um fado.
Só que devido à minha proverbial preguiça, vou seguir o exemplo de um tipo aqui “ao lado” e “homenagear” Júlio de Sousa Olho, plagiando e assassinando em directo um seu famoso fado que costumava ser cantado por Toni de Matos.
Cavaco vai-te embora
Sempre que pago portagem
Tudo me fala de ti
Do dinheiro que perdi
Que ainda por cima era meu
Sim, a única verdade
Presente no teu governo
Era a massa que estoiravas
Do famoso apoio externo
Cavaco, vai-te embora
Deste país tão cansado
Que nestes muitos anos tens lixado
Ficou
Bem conhecido este chavão
Que à noite o SIS é um papão
Que os “Xuxas” usam sem piedade
Também
Vejo que sentes a saudade
Do tempo do “Cavaco Amigo…”
Mas acho que não era verdade
Vai… andor… dá-me essa alegria
Põe-te a andar; vai, por piedade
Pois só nos faltas ao respeito
Com essa falta de ombridade
Porque é que será que agora vens
Insultar a nossa inteligência
Porque será que agora vens tentar
Transformar a intriga numa ciência
Anda Pacheco!... (como dizia a “ti” Hermínia)



